quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

É dos livros...


SCPortugal vs Bayern Munchen

(...)a bem servir-se da natureza da besta, deve dela retirar as qualidades da raposa e do Leão, pois este não tem qualquer defesa contra os laços, e a raposa contra os lobos. Precisa, pois, de ser raposa para conhecer os laços e Leão para aterrorizar os lobos.
Maquiavel in O Principe, sec.XVI

Comentário:
Rodar e poupar jogadores com o Bayern? Ah! Afinal era disto que falava Soares Franco quando prometeu uma equipa para a europa...
Continuamos a ganhar fama na europa, podia era começar a ser por melhores motivos!

FCPorto vs SCPortugal

E tão simples, são os homens, e obedecem tanto ás necessidades presentes, que aquele que engana sempre encontrará quem se deixe enganar.
(...)Jamais existiu homem que possuísse maior segurança em asseverar, e que afirmasse com juramentos mais solenes o que, depois, não observaria.
No entanto, os enganos sempre lhe correram à medida dos seus desejos, pois ele conhecia muito bem este lado da natureza humana.
Maquiavel in O Principe, sec.XVI

Comentário:
Mais uma vez embrulhados pelo Sr. Costa, recapitulemos:
1)O Sporting aceita antecipar o jogo para sábado, porque o Porto tinha uma eleminatória para a taça de portugal com o Estrela da Amadora na quarta-feira seguinte????? AH!AH!AH!AH!
2)Sabendo á partida que o Porto tinha jogado na champions na terça e que o jogo com o Bayern seria quarta.(erro crasso)
3)Confirmada a antecipação para sábado, o Porto trata de adiar a eleminatória com o Estrela para dia 22 de Março, numa altura em que o campeonato é interrompido para se jogar a final da taça da liga.
4)A Liga confirma primeiro a antecipação e a FPF o adiamento.

A pergunta:
São os outros que são superprofissionais, ou no Sporting é tudo amador? Pá temos uma SAD e tudo, não era suposto termos gente a tratar destes detalhes?
É que até parece fácil...

1906

Luta & Resiste!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Mais do que um jogo...


É uma luta do bem contra o mal!

Podem ser mais, mas nós somos definitivamente melhores!

Força Sporting vence por nós!

1906

Luta & Resiste!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

AAS Pensar Sporting II - Conclusões


Recebemos da AAS um press release que passamos a transcrever na íntegra:


Publicação de Relatório II Pensar Sporting e
Sporting-Benfica

Tal como previamente anunciado, está desde hoje disponível para download e consulta o relatório elaborado pela Associação de Adeptos Sportinguistas, em www.aasporting.com, referente ao evento “II Pensar Sporting” que teve lugar no passado sábado dia 14.

Aproveitamos para desafiar, incitar todos os sportinguistas a marcarem o seu lugar para a festa do próximo sábado frente ao rival de Carnide, chegando às imediações do estádio com antecedência, apoiando incessantemente a equipa durante os 90 minutos e tornando o Estádio José Alvalade num autêntico vulcão em ebulição e intimidante para os nossos adversários.

Rumo ao título! Sporting Sempre!

Comité Executivo
Associação de Adeptos Sportinguistas, AAS

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

“II Pensar Sporting”

Recebemos um comunicado da AAS, fazendo um resumo das principais ideias em debate no seminário por eles organizado e que passamos a publicar na íntegra:

“II Pensar Sporting”
Teve lugar no Hotel Vila Galé Ópera****, em Lisboa um seminário organizado
pela Associação de Adeptos Sportinguistas, AAS subordinado ao tema “Pensar
Sporting”.
O mote foi dado e os participantes envolveram-se afincada e apaixonadamente
no diagnóstico de determinados problemas do clube, bem como em medidas
passíveis de serem executadas para ultrapassar alguns dos problemas identificados.

Debateram-se temas transversais à organização Sporting Clube de Portugal,
desde a sua cultura, as modalidades, a relação clube SAD terminando com uma discussão sobre os sócios e adeptos.

Este evento será o ponto de partida para um relatório que a AAS está a
preparar e que será publicado na próxima 5ª Feira em www.aasporting.com.
Este relatório pretende disponibilizar informação detalhada sobre o evento e
espelhar as conclusões a retirar do mesmo, transmitir as recomendações da AAS perante o diagnóstico efectuado e apresentar os resultados de um inquérito efectuado aos presentes sobre temas transversais da actualidade do clube. O relatório “II Pensar Sporting” contará ainda com a participação de uma entidade internacional.

Apesar disso, entendemos destacar 6 ideias-chave identificadas pelos
participantes :

1. O Sporting terá sempre de ter uma liderança carismática
consubstanciada numa mensagem, interna e externa, forte no apelo e
divulgação de sportinguismo, de forma a ser capaz de estabelecer
rupturas sempre que necessário no sentido de levar o clube a trilhar o
seu próprio caminho, liderando neste sentido todo o futebol nacional;

2. Imperativo clube manter a maioria do capital social na SAD, sob pena da
inversa levar ao definhamento final e até à morte do clube – algo que
não está previsto no corrente plano financeiro que incluí as VMOCs – a
ser, ainda, votado em Assembleia-Geral;

3. Aumento da transparência do clube perante os seus associados – seja
pela apresentação de documentos quando solicitados, seja pelo
esclarecimento total quanto a medidas a implementar ou a serem
votadas em Assembleia-Geral;

4. Identificação das Modalidades/Ecletismo como ponto de partida para a
recuperação da mística leonina – quer através da formação de jovens ou
da possibilidade oferecida a jovens de praticar desporto (em diversas
modalidades) com regularidade nas instalações do clube;

5. Re-erguer o orgulho em ser sportinguista, dinamizando os núcleos e
proporcionando condições a que o máximo de pessoas se possa deslocar
ao estádio para ver um determinado jogo. Numa expressão: renovar os
hábitos de presença dos sportinguistas em Alvalade.

6. Dignificação e glorificação de ex-atletas - aqueles que são ou se tornarão,
no futuro, símbolos do clube.

Neste evento estiveram representados:

- Conselho Leonino do Sporting Clube de Portugal,
- Movimento Independente de Reflexão Sportinguista “Ofensiva 1906”,
- Blog “Centúria Leonina”,
- Movimento “Leão de Verdade”,
- Membros da iniciativa “Star Tracker”,
- Associados Associação de Adeptos Sportinguistas,
- Orgãos Sociais da Associação de Adeptos Sportinguistas
- Associados e Adeptos do clube que não se enquadram em nenhum dos
anteriores grupos,

Em representação do Sporting Clube de Portugal, foram convidados igualmente o vice-presidente do clube – Mário Patrício e o director de comunicação Miguel Salema Garção que, apesar de apreciarem e apoiarem a iniciativa, declinaram o convite alegando compromissos pessoais e profissionais, respectivamente.

Aproveitamos para agradecer públicamente a todos os que marcaram presença e participaram activamente neste debate, enriquecendo-o com as suas intervenções numa inegável demonstração de militância sportinguista, em especial para os que se deslocaram de fora de Lisboa. Bruxelas, Grandola,Porto, Coimbra e Lisboa foram algumas das cidades originárias dos participantes.

Foi um pequeno passo para um grande desígnio chamado Sporting Clube de
Portugal.
O Sporting ficou, com certeza, mais forte, mas nada terminou aqui...tudo
começa!

Comité Executivo,
Associação de Adeptos Sportinguistas, AAS

1906

Luta & Resiste!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

II Pensar Sporting



Recebemos um press release da AAS, que passamos a trancrever na íntegra:

II Pensar Sporting
Sábado, 14 de Fevereiro de 2009

Prosseguindo a actividade inovadora que caracteriza o primeiro ano de existência da Associação de Adeptos Sportinguistas, AAS, irá ter lugar no próximo sábado, num hotel em Lisboa, um seminário organizado pela AAS subordinado ao tema “Pensar Sporting”.

Esta segunda edição do evento irá juntar sportinguistas com diferentes visões
do clube para que, todos juntos, debatam temas da actualidade do clube.
Durante o dia de sábado, entre as 10h e as 17h30, precisamente no “Dia dos Namorados”, cerca de 30 sportinguistas darão o exemplo da seriedade e da
responsabilidade com que encaram o Sporting Clube de Portugal, numa
discussão que se pretende profícua e objectiva.

Contaremos com sportinguistas do Porto, grande Lisboa, Alentejo e Bruxelas.
Consideramos que o Sporting Clube de Portugal atravessa, entre outras,
dificuldades ao nível da comunicação entre e com os seus adeptos e
associados. De facto, e sobretudo em alturas pré-eleitorais, tendem a existir
movimentações e diversas reuniões entre sócios do clube, normalmente entre
pessoas que partilham a mesma visão para o clube.

Neste contexto, consideramos este evento uma “lufada de ar fresco” no
ambiente interno do clube, esperando que fique demonstrado um verdadeiro
exemplo de como os sportinguistas se devem considerar mutuamente,
independentemente da forma como pensam ou vislumbram o futuro do clube.

Será no entanto, “apenas” mais um pequeno passo...por um grande desígnio
chamado Sporting Clube de Portugal.

Comité Executivo
Associação de Adeptos Sportinguistas, AAS

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Não há almoços gratis!


E se depois...
O sangue ainda correr... corre atrás dele!

E se depois...
O fogo te perseguir...aquece-te nele!

E se depois...
O desejo ainda persistir...consome-te nele!

E se depois...

E se depois...

Adolfo Lúxuria Canibal In E se depois...

1906

Luta & Resiste!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Ver mais televisão...ou talvez não?


Agradecemos o conselho para vermos mais televisão, um engraçado teaser lançado pelos nossos consócios da CL, baseado na inside information que Soares Franco não se iria recandidatar.
Sabendo que o acessor de Soares Franco faz parte da CL, e que é actualmente associado da Vieira de Almeida e Associados precisamente na área de imobiliário, urbanismo e ambiente, esperemos que os recentes desenvolvimentos no caso Freeport não lhe belisquem a imagem numa futura candidatura aos orgãos sociais do Clube.
Neste período pré-eleitoral o interesse pelo bem do Clube é ofuscado pelas várias fogueiras de vaidades que se vão acendendo um pouco por todo o lado, acontece é que alguns telhados podem não ser tão resistentes como se julgam, e ás vezes tambem se partem.
Relativamente a ver mais televisão, somos da opinião que massifica, gostamos mais do popular adágio: ler jornais é saber mais...

1906

Luta & Resiste!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

O pai do projecto...


Roquette, o homem que foi escolhido em 1996 pelos Sportinguistas para salvar o Clube de um buraco 40 milhões de euros, defendendo uma estrutura empresarial, em que através das melhores prácticas empresariais e imobiliárias, livraria o Sporting Clube de Portugal de estar dependente da bola que batia na trave, depois de em 1995 ter falhado Santana Lopes como o seu testa de ferro na presidência.
Avançando 10 anos, foi a vez de o director financeiro do Clube - Rui Meireles, resumir aquela que foi uma gestão séria, honesta e visionária com a apresentação em AG do impressionante numero de 420 milhões de euros.

Depois disso já foram apresentados mais numeros: 340M, 275M, 210M, 270M, 240 e novamente 240M. Em 2006 quando Soares Franco foi eleito o objectivo era colocar a dívida nos 150M euros,entretanto, vendeu-se património do Clube e venderam-se jogadores, prometeu-se uma equipa para a Europa...passados 3 anos em 2009 Soares Franco establece que o seu plano passa por colocar a dívida nos 150 mil euros.

Até hoje foi este o resultado do profissionalismo de homens como Carlos Freitas, Rui Meireles, Soares Franco, Ribeiro Telles, Silva e Costa, Bettencourt, Pedro Afra, José Nobre Guedes, Frederico Pinto Basto, Rogério Alves, Dias da Cunha, Rita Figueira, Rolando Olveira(Filho de Joaquim Oliveira), Pedro Mil-Homens, Paulo Abreu, Dias Ferreira, Salema, Norton de Matos, Carlos Janela, Batalha Ribeiro, Neutel, horta e Costa, Diogo Gaspar Ferreira, Menezes Rodrigues, Oliveira e Costa e outros tantos notáveis, em suma uma lista (incompleta) que só por si dava um blogue, mas onde todos estes nomes defendiam a visão de Roquette tambem conhecido como pai do projecto.

Um Projecto que criou 18 empresas, em que o passivo da maior parte delas era "provocado" por empresas pertencentes ao Universo Sporting. Rigor, seriedade, transparência ou apenas contabilidade criativa?

Hoje dia 21 de Janeiro de 2009 lembrámos-nos novamente do pai do projecto, sociológicamente seria interessante até, estudar este cognome e relacioná-lo com o facto de alguns fazedores de opinião (a maior parte deles pertencente á corte roqueteira) se sentir orfã na ausência de nomes presidenciaveis, ao invés do escrutinio de projectos e alternativas.

Mas como estávamos a dizer hoje lembrámos-nos do paizinho, esse homem santo que começou por nos servir o fervor palavroso de Santana, as omissões e erros de casting de Dias e o monolitismo de Franco, o Correio de Manhã apresenta-nos algo já tinha merecido a nossa atenção neste espaço em 31/12/2008 e aqui a 6/10/2008.

As tropelias realizadas extra futebol pelo "paizinho" Roquette, neto de um Fundador do nosso Sporting, o mesmo Fundador, agora renegado pelo último delfim do seu projecto: " Não podemos ficar amarrados aquilo que foi um sonho de um fundador" - Soares Franco.

Afinal de contas, "É muito simples. José Roquette julgava que o Sporting era uma operação tão fácil como o Totta, em que ele, numa operação ilegal, ganhou 20 milhões de contos [cem milhões de euros] sem pagar um tostão de impostos e, ainda por cima, acabou por comprometer aquele que foi recentemente eleito Presidente da República, Cavaco Silva."

Deixamos apenas a cronologia:

10/07/1989

Estado procede à privatização da 1.ª tranche do Banco Totta & Açores (BTA). Banesto, em aliança com o grupo português de José Roquette, venceu por 50 cêntimos a oferta do Banco Hispano Americano (BHA): 21,5 euros por acção contra 21 euros. No fim do Verão, o Banesto tinha 3,32% e o grupo de Roquette 7,86% do BTA.

29/07/1989

Acordo entre Banesto e o grupo português, assinado por Javier Abad e José Roquette, cria a sociedade Valores Ibéricos e estabelece que 'o controlo do BTA era o objectivo do Banesto', relata Mario Conde no seu livro.

29/10/1989

Sonae e Banesto anunciam em Lisboa um acordo no qual o Banesto, em aliança com José Roquette, passaria a controlar 30% do BTA. 'Mediante uma contrapartida adequada, o grupo liderado por Belmiro de Azevedo aceita retirar-se da disputa', dizia o comunicado, pelo BTA.

31/07/1990

Estado procede à privatização da 2.ª tranche do BTA. Governo autoriza que a participação estrangeira aumente de 5% para 10%. Banesto passa a deter 9,50%, Valores Ibéricos 28% e Roquette, a título individual, 2,5%. Aliança Banesto-Roquette controla 40% do BTA.

27/12/1991

Mario Conde, presidente do Banesto, e José Roquette assinam o 'pacto de La Salceda'. Roquette, segundo o livro de Conde, 'comprometia-se a vender as suas participações no banco – a pessoal e a posição na Valores Ibéricos – ao Banesto.' Com esta operação, 'o Banesto completava, pois, um investimento que lhe permitira apoderar-se de 50% do Totta & Açores: 68 700 milhões de pesetas.'

22/04/1992

Braga de Macedo, então ministro das Finanças, reúne pela primeira vez com os accionistas privados do BTA. No almoço-trabalho, estão presentes Mario Conde, José Roquette, Alípio Dias, dirigente do BTA, Elias da Costa, secretário de Estado do Tesouro. 'Ficou claro, nessa reunião, o interesse estratégico do Banesto no BTA', disse o ministro na comissão eventual de inquérito parlamentar ao processo de privatização do BTA.

17/05/1993

Braga de Macedo reúne com Mario Conde, José Roquette, Roberto Mendonza, vice--presidente da J. P. Morgan. Conde afirma no seu livro que o ministro foi informado de que 'o Banesto controlava 50% do BTA e que era necessário encontrar uma saída para a situação.' E 'Braga de Macedo reagiu, manifestando uma surpresa que, naquele momento, parecia autêntica'. O ministro disse à comissão parlamentar que, 'durante a conversa, se tornou claro que os accionistas estrangeiros tinham uma influência na gestão do BTA muito superior à participação social que afirmavam ter'.

03/07/1993

Em Estepona, perto de Marbella, onde estava a decorrer um seminário do Banesto, Mario Conde revela a jornalistas portugueses que o Banesto controla 50% do BTA e dá informações sobre as sociedades portuguesas que haviam adquirido as acções.

03/12/1993

Braga de Macedo, antes de sair do Ministério das Finanças, determina o envio do processo BTA/Banesto à Procuradoria-Geral da República.

28/12/1993

Banco de Espanha abre um processo contra Mario Conde, o conselho de administração do Banesto e quatro directores-gerais. A nota de culpa, que seria entregue em Maio de 1994, inclui as operações no BTA correspondentes à 'realização de actos fraudulentos e utilização de pessoas interpostas'.

14/07/1994

Inicia funções a Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar ao processo de privatização do BTA.
In Correio da Manhã 21/01/2009


CONTINUEM A VER TELEVISÃO...

1906

Luta & Resiste!

sábado, 17 de janeiro de 2009

Cumplìces no crime


Órgão criado em 1968, por altura da elaboração dos novos Estatutos do Clube, que substituiu o Conselho Geral e o Conselho dos Presidentes, herdando do primeiro a competência de indicar os Presidentes da Assembleia Geral, da Direcção e do Conselho de Fiscal.
Cúmplices no crime
Em 1989 uma alteração estatutária transformou o Conselho Leonino num órgão consultivo, retirando-lhe os seus principais poderes e reduzindo para 30 o número de sócios componentes.

Nos Estatutos de 1996 foram ampliadas as competências do Conselho Leonino e aumentado o número de sócios componentes deste órgão, que voltou a ter um peso importante dentro do Sporting Clube de Portugal, mantendo-se no entanto na condição de órgão consultivo.


Maria de Lurdes Inês Borges de Castro Sócia nº 6

Mário Ferreira da Cunha Rosa Sócio nº 36

Marcelo Alfredo Godinho Rebanda Sócio nº 14.982

Artur Luís Ferreira da Cunha Rosa Sócio nº 43

Francisco Piano de Oliveira Martins Sócio nº 198

Romeu Adrião da Silva Branco Sócio nº 347

Augusto José Calixto Pires Sócio nº 433

Carlos Alberto Araújo Sequeira Sócio nº 438

Eduardo Barroso Garcia da Silva Sócio nº 745

Francisco Piano de Oliveira Martins Sócio nº 198

João Ribeiro da Fonseca Sócio nº 978

Frederico Pinto Basto Sócio nº 13.503

Francisco Calheiros e Menezes Sócio nº 2.090

José Alfredo Holtreman Roquette Sócio nº 2.363

Paulo Luís Ávila de Abreu Sócio nº 2.391

João Paulo Viegas Soares Sócio nº 2.910

Silvino Gomes Sequeira Sócio nº 3.119

António Carmona Rodrigues Sócio nº 3.464

Aureliano Oliveira das Neves Sócio nº 5.142

Tomás Guerra Neta Sócio nº 5.213

José de Sousa Cintra Sócio nº 5.226

José Bernardes Dinis Sócio nº 6.582

Carlos Fontão de Carvalho Sócio nº 6.947

Manuel Rogério de Sousa Brito Sócio nº 6.955

Mário Santos David Sócio nº 8.063

Nuno Galvão Teles Sócio nº 8.823

Pedro Duarte Teles Baltazar Sócio nº 16.164

Jorge Sacadura Almeida Coelho Sócio nº 18.133

Rui Manuel Oliveira Costa Sócio nº 20.616

Vítor Melícias Lopes Sócio nº 25.037

José Vicente Moura Sócio nº 28.771

Manuel Gonçalo Cordeiro Ferreira Sócio nº 1.858

Miguel Rocha Ferreira Roquette Sócio nº 2.179

Carlos Maria Horta e Costa Sócio nº 5.088

Luís Filipe Arruda D'Orey Sócio nº 5.220

Leonardo Mathias Sócio Sócio nº 5.961

António Horta Osório Sócio nº 9.227

Pedro Teixeira Duarte Sócio nº 9.427

Luís Aguiar de Matos Sócio nº 1.966

Arnaldo Adérito João Sócio nº 11.752

Carlos Alberto Teixeira Sócio nº 18.724

José Eduardo Vera Jardim Sócio nº 9.817

José Nascimento Alves Sócio nº 18.076

Joaquim Manuel Nunes Sócio nº 4.768

Abílio Francisco Fernandes Sócio nº 3.952

Manuel Ascensão Pinto Sócio nº 30.057

Nuno Alexandre Paiva Sócio nº 9.815

Carlos Paiva Raposo Sócio nº 11.980

José Luís Castro Sócio nº 5.149

Eduardo Amaro Júlio Sócio nº 21.077

António Bessone de Basto Sócio nº 3.450

De salientar que o Conselho Leonino herda o legado do extinto Conselho Geral tendo como principal função constituir-se como "corpo consultivo que se destina a manter as tradições gloriosas do Sporting Clube de Portugal e a zelar pelo seu prestígio e continuidade dentro do pensamento dos seus fundadores"

1906

Luta & Resiste!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Foi bonita a tua festa pá...


A nossa homenagem aos mentores com o agradecimento á respectiva marioneta:

Foi bonita a festa pá!
Fiquei contente
E ainda guardo renitente,
um velho cravo para mim!

Já murcharam a tua festa pá!
Mas certamente,
esqueceram uma semente,
nalgum canto do jardim!

Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar...
Sei tambem quanto é preciso pá
Navegar, navegar...

Canta a primavera pá
Cá estou carente
Manda novamente
Algum cheirinho de alecrim...

Chico Buarque - Tanto mar



1906

Luta & Resiste!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Como arruinar um País...


Numa altura em que se fala de crise, de fraudes no mercado de capitais e no dia que marca o arranque do assalto ao poder na SAD do Sporting, deparámos com este interessante artigo no Jornal de Negócios - Como dar cabo de um país de João Pinto e Castro, que passamos a transcrever na íntegra:

A Companhia da Escócia começou por angariar fundos em Londres, mas o governo inglês, receando a concorrência que o projecto faria à Companhia das Índias Orientais, opôs-se à ideia. A Companhia teve então que virar-se para o mercado doméstico de capitais, onde não teve dificuldade em angariar 400 mil libras em poucas semanas (o equivalente a 40 milhões de libras na actualidade). O entusiasmo em torno do projecto era tal que toda a gente na Escócia – rica, pobre e remediada – se endividou para comprar acções da Companhia, cujo activo equivalia a metade de todo o capital disponível no país.

Em Julho de 1698 partiu para o Panamá a primeira expedição, que integrava cinco navios e transportava 1.200 pessoas. A tragédia foi fulminante: o clima inóspito e as doenças rapidamente dizimaram um bom número de colonos. De modo que, após ser-lhes negada ajuda pelas colónias inglesas da América, o estabelecimento foi abandonado em Julho de 1699. Entretanto, como na época não havia telefone nem Internet, uma segunda expedição vinha a caminho com mais 1.200 pessoas, tendo sofrido igual destino. No final, regressou à pátria um navio com 30 sobreviventes. Em resultado, a Companhia da Escócia viu-se arruinada e, com ela, toda a nação. Aparentemente, nenhum dos promotores do empreendimento tinha a mínima ideia das condições reais do local onde haviam persuadido um país inteiro a aplicar somas colossais.

Em 1707, uma Escócia exangue resignou-se a assinar o Acto de União com a Inglaterra. Em compensação, a Inglaterra acordou pagar aos investidores da Companhia 398 mil libras. Por outras palavras, o país foi vendido. Só em 1999, três séculos mais tarde, a Escócia conseguiu recuperar o seu Parlamento.

Na época, o ódio popular incidiu mais sobre os ingleses do que sobre os promotores do "Darien Scheme", apesar da evidente estupidez do projecto e da colossal insensatez dos seus líderes, que não hesitaram em mobilizar uma nação inteira para investir em algo cuja viabilidade jamais fora suficientemente investigada. No final, os investidores recuperaram melhor ou pior o seu dinheiro; mas milhares de pessoas perderam a vida e o país a sua independência.

Esta tragédia não foi um caso isolado. A história das origens da sociedade anónima de responsabilidade limitada é uma enciclopédia da fraude, cujos pontos altos foram a Companhia do Mississípi e a Companhia dos Mares do Sul. Com tanta trapaça, o Parlamento inglês decretou a sua proibição em 1720.

Adam Smith condenava em 1776 as sociedades anónimas por concederem a uma clique a possibilidade de manipular a maioria dos investidores e conquistar um poder desmesurado sobre a economia e o Estado. Como conseguiram então sobreviver e disseminar-se elas apesar de um currículo tão negativo e de opositores tão influentes? A má razão é que isso interessava aos poderosos endinheirados; a boa, que, fora o Estado, só elas estão em condições de canalizar pequenas poupanças para volumosos investimentos em actividades que beneficiam de grandes economias de escala.

De modo que uma espécie de contrato social instituiu a tolerância da sociedade anónima a troco da sua sujeição a uma regulamentação apertada. Ainda assim, foi só em 1900 que, por entre acusações de socialismo, a lei inglesa impôs, por exemplo, a obrigatoriedade de apresentação aos accionistas de contas auditadas.

Os sucessos recentes na Islândia recordam-nos que, ainda hoje, é possível os desmandos de aventureiros descontrolados levarem um país à ruína. Mas os estudantes de economia são poupados ao conhecimento de eventos como o relatado, não vá dar-se o caso de ficar abalada a sua confiança nas teorias muito limpinhas que lhes explicam como as economias funcionam. É muito mais conveniente fazê-los crer que tudo se resume a encontrar o ponto de intersecção da oferta e da procura, ignorando a importância das relações de poder na determinação do resultado final.

Sabemos há séculos que as sociedades anónimas se prestam a toda a espécie de abusos quando a sua actuação não é convenientemente regulada. Em casos extremos, podem semear a miséria e arruinar países. Mas foi preciso chegarmos junto ao abismo para esta verdade ser recuperada e reconhecida.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

COMUNICADO DA A.A.S.

Recebemos um comunicado da Associação de Adeptos Sportinguistas, que passamos a trancrever na íntegra:


A “nova” reestruturação financeira delineada para o Sporting Clube de Portugal


Como é do conhecimento público, o presidente da Direcção do Sporting Clube de Portugal apresentou os seus planos para a reestruturação financeira do clube. Anunciado como um novo plano, importa recordar que em anterior Assembleia-Geral as medidas agora propostas foram recusadas pelos associados do Sporting Clube de Portugal. Razão pela qual aparecem de novo, camufladas num “novo” plano de reestruturação financeira.

O “novo” plano assenta em dois pontos basilares :

1. Emissão de VMOCs (Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis) no valor de 55 M€, por parte da Sporting, SAD

2. Passagem dos direitos televisivos da Sporting Comércio e Serviços do clube para a SAD a troco de 55 M€.

É crucial para o futuro do Sporting Clube de Portugal que todos entendam o que está em causa, antes de criticarem ou manifestarem apoio a estas medidas. A figura das VMOCs obriga o emitente – Sporting SAD, no caso – a proceder ao reembolso do valor em espécie, na data de vencimento. No caso, propõe-se que o reembolso seja efectuado através da entrega de acções da Sporting SAD. Se for tido em conta o valor actual do capital social da Sporting SAD – 40 M€, facilmente se percebe que o Sporting deixará de ter qualquer hipótese de ter a maioria do capital da SAD após o vencimento das VMOCs. A emissão de VMOCs foi objecto de decisão na Assembleia Geral de Maio de 2008, ou seja, há menos de um ano.

Aliada a esta operação, surge a “venda” dos direitos televisivos da Sporting Comércio e Serviços à Sporting SAD no valor de 55 M€. Valor este utilizado, posteriormente, para abater o passivo do clube. É ainda de realçar que um dos accionistas da Sporting SAD detém o monopólio de negociação dos direitos televisivos nos campeonatos profissionais portugueses.

Mais uma vez, esta deliberação foi levada à consideração dos associados do Sporting na assembleia magna de Maio de 2008. A direcção do clube pretende colocar novamente a votos esta mesma medida. E, mais uma vez, se impõe a pergunta: porquê nova deliberação quando esta já foi a votos?


Paralelamente, prepara-se um Congresso Leonino onde um dos temas em análise é precisamente o “Modelo de Sustentabilidade Financeira do clube”. Não será legítimo que os associados pretendam dar valor a esse mesmo Congresso e adiar eventuais medidas desta dimensão para depois do Congresso? Não será de esperar moções interessantes por parte dos diversos associados que permita outro tipo de plano de reestruturação financeira para o Sporting Clube de Portugal? Não será também legítimo respeitar as decisões anteriormente tomadas em Assembleia-Geral do clube (o orgão máximo do Sporting Clube de Portugal) pelos sócios ?

Nós, na AAS, exigimos que tal orgão estatutário seja respeitado e não sejam tomadas, pelo menos até final deste mandato, medidas hipotecárias do futuro do Sporting Clube de Portugal.

Nós, na AAS, não nos revemos num clube-empresa onde os associados se tornam meros consumidores com as nefastas consequências que daí advêm: 27.000 sócios efectivos com as quotas em dia e uma grave crise de "militância". Com as dramáticas situações que outros clubes-empresa atravessam nos dias de hoje – Chelsea à venda, Newcastle United abandonado por anterior dono, por exemplo. Veja-se o exemplo do

Hamburger SV. Clube que compete na exigente Liga alemã mas que, evitando a “entrada do negócio no seu futebol”, se mantém hoje apenas como uma Associação e compete pelos primeiros lugares da I Liga Alemã – está actualmente a apenas dois pontos do I classificado.

Nós, na AAS, vemos as SADs como uma imposição legal como forma de aumentar o rigor e a transparência na gestão dos clubes em Portugal e não o contrário. “Porque o futebol deve ser um desporto de alta-competição gerido como um negócio e não o contrário” – Andy Durnham, Secretário de Estado do Desporto em Inglaterra.

(Declaração emitida em Londres, no Congresso da organização Supporters Direct para a qual a AAS foi convidada.)

Foi lá que o futebol nasceu. Foi lá que algumas destas situações se manifestaram pela primeira vez. Aprendamos, de vez, com os erros dos outros. Pelo presente, e sobretudo pelo futuro do Sporting Clube de Portugal!



Comité Executivo

Associação de Adeptos Sportinguistas, AAS


1906

Luta & Resiste!

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Não sou Ateniense nem Grego...Espaaaaaaaaaaaaaaaaarta!


Vivemos num País adormecido por uma terra fértil, clima ameno e população nativa indolente. Embalado em sono profundo pela assim chamada alternância democrática em que tanto um como outro partido fazem parte do problema e não da solução.
São eles que vão “alternando”, distribuindo á vez os dividendos dessa mesma alternância pelas suas principais figuras do género “muda aos quatro”e acaba aos quantos? É o mal de ser um País onde se fazem revoluções com flores...a impunidade é um dado histórico e adquirido!

E neste contexto, sabendo que a gamela vai rodando de maneira a todos poderem comer, o futebol e os Clubes Portugueses não se afastam muito do conceito.
A promiscuidade entre políticos e dirigentes de futebol existe e vai continuar a existir, não nos conseguimos livrar desta realidade medíocre porque o futebol confere projecção mediática á política, sendo que o contrário também é verdade.
O desporto em Portugal será sempre um reflexo da sociedade que o compõe.

Assim nestes tempos de Natal ficámos a saber que para alem das modalidades “á vez” também existe a modalidade “pacote”, em que se associam o melhor de 2 mundos ficámos a saber que o Conselheiro Leonino Jorge Coelho fez uma perninha com Dias Loureiro na Valor Alternativo, accionistas de um fundo financiado por fraude ao IVA.

E já que se está a falar em Dias Loureiro é altura de desenterrar mais alguns cadáveres, e perguntar porque é que o ex-presidente José Roquette foi embrulhado por Loureiro no negócio da venda da sua Plêiade a este último?
Porque é que José Roquette teve de entregar valores superiores para evitar atritos? Ainda resquícios do caso TOTTA? Provavelmente terá sido por isso que se teve de desfazer das suas acções da SAD.

Pelo meio o Conselheiro Leonino Isaltino Morais, que foi investigado por ter um sobrinho taxista na Suiça, tendo chegado a ser ministro do ordenamento (ahahahah!)
Vai agora a julgamento.

Durante o mandato do ex-presidente e Conselheiro Leonino por inerência - Santana Lopes, o mesmo que favoreceu descaradamente o slbenfica em troca do votinho nas eleições para CML, sendo o Sporting Clube de Portugal remetido ao mais olímpico desprezo, sob o prisma de uma pretensa equidade que nunca existiu.
Continuando na CML temo o conselheiro Fontão de Carvalho casado com a filha de Alves Ribeiro, o construtor do estádio do SCP, tendo sido de 1983 a 1997 “partner” na BDO de Ernesto Ferreira da Silva e sócio de Barroso, Dias, Caseirão & Associados que foram SÓ quem auditou as contas nestes anos de corja roquetista. Coitado do Fontão teve azar e um esquema já antigo com a EPUL veio á tona.

Continuando sem sair da câmara eis que surge Carmona Rodrigues implicado no escândalo Braga parques vereador na altura em que o já citado conselheiro Santana Lopes era o presidente da Câmara. Carmona Rodrigues apesar do escândalo BragaParques lhe ter rebentado nas mãos ainda novamente uma candidatura e desta vez com os apoios do conselheiro Moniz Pereira, do conselheiro Fontão de Carvalho e do antigo andebolista do Sporting Pedro Feist, que integravam a sua lista. Apesar de todo o Sportinguismo apregoado não conseguiu resolver a aprovação dos terrenos do Sporting com a mesma celeridade com que Santana tinha despachado os do benfica.

A outro nível, o autodenominado sportinguista Valentim Loureiro (sem comentários), e o grande e único Armando Vara que tendo sido no passado administrador do benfica, disso não se esqueceu quando foi chamado ao governo, deu a sua ajudinha de modo a que o benfica pudesse concretizar o seu centro de estágios.

Temos depois o ex-futuro presidente do Concelho Fiscal do SCP, José Espírito Santo Ricciardi, que a par de Ricardo Salgado fazem parte da direcção de um banco, que é credor do Sporting, o mesmo banco que patrocina porto, benfica e conseguiu enganar 400 mil adeptos da selecção com um cartão de crédito. Ah! E tal é a selecção…
Esquema simultaneamente ensaiado e colocado em prática com o cartão 3G, á custa destas brincadeiras temos hoje um cartão que diz atrás em letras pequeninas – “ESTE CARTÃO É PROPRIEDADE DO bes”?!?!?!?!?
Estes amigos entraram no Sporting pela mão de Roquette que por alturas do 25 de Abril se exilou em Espanha com Ricardo Salgado, tendo ajudado este último a recuperar o controlo do BES novamente para a família em 1992.

Foi já neste ano em que os actuais dirigentes do Sporting Clube de Portugal venderam a sua base de dados dos seus sócios a um credor, sob a desculpa de uma campanha de aumento de militantes. Os Sportinguistas não são parvos e poucos deram a sua aprovação a mais esta sevícia lançada por um credor com a cumplicidade da direcção, que supostamente deveria zelar pelos interesses do Clube e dos sócios.

Tiveram azar pois através da operação Furacão foram obrigados a sair da sombra, apanharam com os estilhaços dos escândalos das contas do Pinochet (BES de Miami), das acções da SAD do benfica, o caso Angolagate (Diamantes & Eduardo dos Santos) e escândalo do Mensalão, mas já não foram a tempo de evitar o despoletar do Caso Portucale, em que foi envolvido Luís Nobre Guedes - o irmão do actual administrador do Sporting Clube de Portugal José Nobre Guedes aquele simpático Sr. que a meio dos seus sessentas descobriu o caminho da militância preconizada e ambicionada pelo presidente, exibindo envergonhadamente o seu 1 voto numa das últimas AG´s do Clube. Considerado dirigente do ano em 2007 nos prémios Stromp.

Deve ser só impressão mas a gamela vai rodando e os nomes pouco se alteram, tudo isto não passará de uma grande coincidência cósmica?
Ou esta cambada de dirigentes a conselheiros é tudo malta que se vende por 2 copos de tinto?

Estamos a 31 de Dezembro de 2008 e seria um artigo incompleto se não fizéssemos o lançamento para o ano que aí vem de 2009.

O ano já está a acabar mal para o Sporting que se viu multado pela CMVM em 60 mil euros num processo em relação á difusão de informação ao mercado.
Para quem é que vão agora as culpas: para o petróleo abaixo dos 40 dólares, para a ofensiva Israelita na Palestina ou para a queda das taxas de juro?
Soares Franco numa hábil cambalhota fez lembrar aqules espectáculos de marionetas que havia antigamente – os Robertos, afinal ele tinha falado enquanto presidente do Clube e não da SAD. Huuum? Dr Jekil & Mr Hide mal resolvido? Ajudaria a explicar muita coisa…

Assim os nossos prognósticos são para que o poder político dê uma mãozinha ao poder económico, uma vez que até há bem pouco tempo sucedeu precisamente o inverso.
Vamos TODOS continuar a pagar os BPP´s, os BPN´s os BCP´s e BES deste País.

Baseados nas broncas palavras de João Tallone, que apesar de tudo, é um homem da bolsa com a capacidade de conseguir cheirar uma oportunidade ou uma ameaça com muita antecedência, só nos resta desejar, tal como os nossos consócios da Última Roulote:

Merry Crisis and Happy New Fear!

1906

Luta & Resiste

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Credibilidade ou nexos de casualidade?



Neste espaço a credibilidade com que são relatados factos, é um compromisso de rigor assumido por todos os que escrevem e tornam este projecto possível, rigor que assumimos e se encontra explícito na nossa declaração de interesse.
Um agradecimento especial a todos os que escrevem ou através das informações fornecidas o tornam possível, contribuindo para o seu sucesso.

É com orgulho que quando fazemos a retrospectiva, é com indisfarçável orgulho que verificamos que os factos relatados começam agora, a ter desenvolvimentos ao nível da investigação pelas autoridades competentes.

Foi assim com a TBZ, em que a 23 de Maio de 2008 publicámos um artigo a denunciar a emissão de cheques sem cobertura pela TBZ, antes a 19 de Maio através da Lusa assistimos ao tentar limpar da imagem da TBZ que anunciou a participação na construção do estádio do Grémio no Brasil, pelo PMAG do benfica Tinoco Faria, simultaneamente director da TBZ, uma ligação que o presidente Luís Felipe Vieira afirmava a 11 de Novembro de 2007 desconhecer.
Finalmente a 5 de Dezembro de 2008 fcporto, benfica e Sporting Clube de Portugal concluíram que a melhor solução seria acabar definitivamente com a ligação á TBZ.

Foi assim com a nossa investigação nos CTT sob a administração de Horta e Costa em que em vários artigos publicados primeiro a 9 de Maio acerca da forma informal como eram feitos alguns dos investimentos nos CTT, sendo que a 10 de Julho relatámos como foram feitos alguns negócios com Imboliário e patrocínios, teve agora suporte nas mais recentes notícias publicadas no DN a 16 de Dezembro, em causa estão suspeitas de prestação de serviços fictícios, também em Dezembro a 17 de Dezembro surgiu a notícia da constituição de arguidos, em causa estão crimes de gestão danosa, infidelidade e corrupção passiva. Chegámos entretanto a 22 de Dezembro e igualmente o DN dá-nos a conhecer a forma como Carlos Horta e Costa atribuiu a uma empresa do grupo BPN/SLN a renovação da frota automóvel.

Sobre a o processo de venda do património não desportivo, a voz de quem esteve na génese de todo o processo o ex-presidente Dias da Cunha em artigos publicados a 5 de Maio ou mais recentemente a 22 de Novembro, onde suportou com datas e factos, muitos dos factos por nós avançados.

Vamos continuar!

1906

Luta & Resiste!

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O guito, the money et l'argent


O guito, the money et l'argent

O tema na ordem do dia é a crise. A crise, ou A crise, actualmente e face ás perdas na bolsa, bastam 140 euros para garantir 1 voto (100 acções) na AG de accionistas da SAD, há um ano atrás 227 garantiam o mesmo direito de voto, há 2 anos 389 euros, começou por ser 500 euros. Por esta pequena amostra pode-se ter uma ideia da grave enfermidade que assola os mercados.

Mercados ou a SportingSAD? É que apenas há cerca de um ano atrás se começou a falar de crise, porque é que as acções da Sporting SAD, caem de forma tão consistente desde a sua entrada em bolsa? Tentando desmistificar esta aura de grandes gestores que esta gente conseguiu criar á sua volta, vamos tentar deixar algumas pistas, assim e através da chamada Análise Fundamental sublinhar quais os parâmetros sob os quais deve ser avaliada uma empresa na altura de aquisição de acções:


=> Bom negócio, num bom ramo
Comentário: Negócio duvidoso devido á pouca credibilidade dos decisores (dirigentes dos clubes, arbitragem institucional e a arbitragem própriamente dita).
Promuiscuidade entre patrocinadores-clubes-dirigentes.
Monopolio do futebol português por uma única empresa- Olivedesportos.
Imprensa diária subserviente aos principais interesses instalados.
Massa adepta acrítica e pouco exigente.

=> Boa administração
Comentário: Uma administração nunca pode ser boa, quando oculta ou dificulta a informação aos sócios acerca de como é gerido o Clube (ver esta actualização a 31/12/2008).
O exemplo mais flagrante é a forma despudorada como tem obstaculizado a realização de uma auditoria EXTERNA ás contas consolidadas do Clube e de todas as empresas que compõe o universo empresarial sportinguista, simultaneamente tem impedido a realização de uma AG realizada pelo movimento de cidadania Sportinguista Leão de Verdade.
A manipulação da vontade dos sócios, de que foi exemplo a última AG no pavilhão Atlântico: Foi apresentada uma proposta única, que face ao seu chumbo e CONTRA a vontade manifestada pelos os sócios, foi divida em 3, tendo aprovado, entre si e á posterióri 2 dessas propostas. (Vmoc's e Academia).

=> Administração optimista
Comentário:
“O Sporting não tem dinheiro...”
“O Sporting é mais pequeno que o benfica”
“O Sporting não tem condições...”
“O Sporting não pode ter...”
“Gosto do futebol, não me revejo no ecletismo”
“Quero um Sporting sem sócios, mas com accionistas”
“Se não forem sustentáveis, as modalidades são para acabar”
etc., etc por aí fora.

=> Acções compradas pelos seus altos funcionários
Comentário:Pela amostra parecem tímidos a subscrever o trabalho por eles próprios desenvolvido, e se eles não acreditam, porque é que o mercado tem de acreditar?

=> Baixo PER relativo e PCF
Comentário:
PER (price earning ratio): Rácio contabilístico que se obtém, dividindo a cotação pelo lucro líquido por acção num certo ano.
PCF (price cash-flow): Valor do cash-flow anual que cabe a cada acção, que se obtém dividindo o cash-flow pelo nº de acções.
CASH-FLOW: Fluxo líquido de dinheiro que entra e sai de uma empresa durante um determinado período de tempo, normalmente um ano. É a receita líquida menos as provisões e amortizações, e constitui um exelente indicador da capacidade da empresa para gerar recursos.

=> Alto EPS continuadamente e em crescimento
Comentário: EPS (Earning per share): Lucro por acção, referente a um certo ano.

=> Alto ROE
Comentário: ROE (return on equity): Medida de eficiência de uma empresa quanto á rendibilidade dos seus capitais próprios, que se obtém dividindo o resultado líquido pelos capitais próprios.

=> Capitalização baixa ou média
Comentário: Aqui cumpre.

=> Cepticismo por acções da moda
Comentário: Nada sabemos sobre os investimentos da SAD, não é claro no seu Relatório & Contas.

=> Investimentos inteligentes, para além dos normais do negócio.
Comentário: A jogada guardada e pronta a ser jogada no mais curto prazo possível, passará sempre pela passagem da Academia e do Estádio para a SAD. E tendo em conta o processo da venda do património não desportivo, vai demorar o tempo e as AG's que forem necessários.
Outros investimentos inteligentes são os investimentos no Conselho Leonino, nos Stromp e nas claques, que lhes vão garantindo e para já, a manutenção no poder.

=> Empresa e acções de que o público goste, que criem sentimentos positivos.
Comentário: Quais...????

Que sirva o presente para inquirirem esta Direcção nas reuniões do Conselho Leonino, acerca destes parâmetros, assim sempre podem fazer aquilo que os Sportinguistas esperam que voçês façam: Dar sempre o vosso melhor pelo Sporting Clube de Portugal!

1906

Luta & Resiste!