terça-feira, 13 de novembro de 2007

9.Arbitragem no fio da espada...


SCPortugal vs ASRoma
Um caso bicudo

Aos 13', o lance mais difícil para De Bleeckere: Doni, trapalhão, não consegue agarrar a bola (rematada por Abel), e esta acaba por transpor claramente a linha de golo… após Liedson se ter intrometido na luta com o guardião e de, no juízo do belga, ter feito falta. No mais, um reparo: Vucinic, no fim, podia ter sido expulso.


SCBraga vs SCPortugal
Yannick Djaló deveria ter sido penalizado

Os especialistas de O JOGO são unânimes em considerar que Yannick Djaló teve um comportamento violento num lance que envolveu João Pereira, no qual o árbitro Carlos Xistra não sancionou disciplinarmente o jogador do Sporting. E reagem da mesma forma, com a excepção de António Rola, em relação à maneira como o central Tonel derrubou João Pinto num lance que poderia criar grande perigo para a defesa sportinguista. A maioria considerou que o cartão amarelo foi pouco, António Rola aceitou-o. Já o lance de Frechaut na área do Braga não gerou polémica, pois não viram intenção de desvio da bola com a mão.

SLBenfica vs BoavistaFC
Ainda faltou um vermelho

Paulo Paraty acabou por realizar um trabalho desequilibrado, sobretudo por ter deixado Ricardo Silva continuar no relvado depois de uma entrada dura sobre Cardozo (73'). Aliás, o internacional paraguaio abandonou o jogo pouco depois, lesionado. O juiz do Porto decidiu bem, no entanto, nas duas grandes penalidades, a primeira sobre Nuno Gomes, a segunda sobre Rodríguez, e também aplicou bem a lei no vermelho a Zé Kalanga, aos 55'.

Estrela Amadora vs FCPorto
Só a disciplina por acertar

Uma entrada duríssima de Anselmo sobre Helton foi ignorada, mas talvez merecesse outra atenção do árbitro. Wagnão também não foi brando com as pernas de Quaresma, mas viu o amarelo, e Bruno Alves talvez também pudesse ter evitado o contacto com Anselmo, numa jogada disputada a dois. No penálti, nada a dizer.

1906

Luta & Resiste!

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Freitas...RUA!


Carlos Freitas é neste momento uma das faces do sistema instalado em Alvalade.
Na óptica da equipa de redacção deste blog, Carlos Freitas não deve ser crucificado por ser Porto deste pequenino, mas sim porque para além de ser Porto desde pequeno, é um péssimo profissional, não constituindo qualquer mais valia na gestão da sociedade que gere o futebol.
Tal como indica o curriculo de CF, o actual Director geral do Clube começou a sua carreira como jornalista desportivo primeiro no Record, depois no OJOGO e foi precisamente no jogo através de um dos seus habituais "canetas" que nos chegaram os seus números:
Compras de jogadores a 1999/2000

André Cruz 0
César Prates 1,5
Mbo Mpenza 0

a 2000/01

Chiquinho -
Tello 7,5
Cáceres emp
Babb 0
Dimas 0,5
Paulo Bento 0
Alan Mahon 0
Kirovski 0
Horvath 0,75
Sá Pinto 2,5
João Pinto 0
Hugo -
Rodrigo Fabri emp
Bruno Caires 0
Robaina emp

a 2001/02

Spehar emp
Diogo 0
Rui Bento 0
Luís Filipe 3,25
Niculae 5
Jardel 9
Nalitzis emp

a 2002/03

Contreras emp
Danny 2
Kutuzov emp
João Paulo emp

a 2003/04

Tinga 0
Ricardo 2
Mário Sérgio 0,75
Polga 0
Rochemback emp
Silva 0,85
Clayton -
Liedson 3

a 2004/05

Mota emp
Enakarhire 1
Hugo Viana emp
Rogério 0
Douala 0,9
Pinilla 1,5

a 2005/06

Caneira emp
Abel 0,75
Romagnoli 1,5
Koke emp
Ronny 0
Yannick Pupo 0

a 2006/07

Paredes 0
Farnerud 0
Bueno emp
Alecsandro emp

a 2007/08

Gladstone emp
Derlei 0
Izmailov emp
Vukcevic 2
Stojkovic 1
Purovic 2
Pedro Silva 0
Marian Had emp
Celsinho 0


Vendas de jogadores a 2000/01


Alan Mahon 1,5
Delfim 5
Vidigal 5,5
Duscher 12,5
Saber -

a 2001/02

Dimas -
Hugo Viana 12,5

a 2002/03

Cristiano Ronaldo 15
Quaresma 6

a 2003/04 -

a 2004/05

Tinga -
Danny 2
Quiroga 1,5

a 2005/06

Wender -
Beto -
Edson -
Semedo -
Rogério -
Paíto -

a 2006/07 -

a 2007/08 -

Pinilla - Nani 25,5
Custódio 1,8
Ricardo 2

Conclusões:

1.Épocas em que chegaram a ser adquiridos os passes de 15 jogadores?!
2.Grande número de jogadores transaccionados a "custo zero" (cerca de 1 milhão de euros prémio de assinatura) ou emprestados.
3.Para todos estes números ficaram mais completos poderia juntar-se a lista dos empresários que representam a maior parte dos jogadores transaccionados.
4.Em 2003/2004 e 2006/2007 não foi efectada qualquer venda de jogadores.
5.Em 2004/2005 não aparece referenciada o valor da venda do passe de Tinga ao Internacional de Porto Alegre (300 mil Euros), talvez porque o Internacional passados 6 meses o vendeu por 3 milhões?!
6.Em 2005/2006 foram cedidos 6 jogadores um dos quais capitão do Clube e internacional A, sem qualquer demonstração de proveitos para o Clube.
7.Se apenas se vendeu o Pinnilla nesta época, e se ele há cerca de 2 anos que não joga no Sporting, o Clube andou a suportar um elevado encargo com um jogador que nem sequer estava em Portugal???
7.Porque é que na venda de Nani está incluído Pinilla?A tal mais valia da negociação de Nani porpagandeada por Freitas foi a venda de um jogador ou de 2?

Continua...

1906

Luta & Resiste!

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

8.Arbitragem no fio da espada...


Mais uma jornada...e mais uma voltinha mais uma viagem nesta grande mentira que é o futebol Português!
Começa a ser demais as benesses escandalosas que são feitas aos principais rivais e o constante massacre que é feito ao SCP pela arbitragem nacional.
Desta vez e para não variar, mais uma vez um fiscal de linha assinalou uma falta dentro da área e mais uma vez foi desautorizado, transformando uma falta bem dentro dos limites da área...numa falta fora da área.
Mais uma vez Porto e Benfica ganharam pontos com ajudas da arbitragem, um golo fora de jogo e um livre mal assinalado respectivamente.
Não somos coitadinhos nem queixinhas, limitamos-nos a registar factos, embora alguma imprensa espezializada e generalista tente por vezes transformar todo este lixo numa simples e inusitada sucessão de situações independestes e fortuitas!
Até porque errare é o mano!

SCPortugal vs Naval
Livre directo fora da área provoca discórdia
Unânime em dar nota positiva a Elmano Santos em todos os outros lances, o painel de especialistas de O JOGO dividiu-se no comentário à decisão do árbitro madeirense ao minuto 37, após contacto entre Delfim e Liedson na área da Naval. Soares Dias e Rosa Santos entendem que o juiz - que recebeu a indicação de penálti do seu auxiliar - decidiu bem ao assinalar livre indirecto fora da área por jogo perigoso do camisola 14 da Naval, mas Jorge Coroado e António Rola entendem que o lance teria de ser punido com livre directo, que equivaleria a grande penalidade - ou livre indirecto, mas sempre executado dentro da área.


Paços Ferreira vs SLBenfica
Livre inexistente dá origem à vitória encarnada
O segundo golo do Benfica, da autoria de Katsouranis, foi antecedido de um livre inexistente. Na verdade, Rovérsio não cometeu qualquer infracção sobre Léo, pois, na opinião do painel de juízes do Tribunal de O JOGO, foi o defesa benfiquista quem se projectou sobre o adversário, iludindo o árbitro a assinalar falta do jogador pacense. De resto, Bruno Paixão realizou um trabalho meritório, num jogo sem outras situações de difícil julgamento, pecando apenas num fora-de-jogo inexistente de Cardozo, quando este se preparava para fugir em direcção à baliza do guarda-redes Peçanha.


FCPorto vs CFBelenenses
O painel de especialistas de arbitragem de O JOGO considera que o golo do FC Porto, da autoria de Postiga, foi obtido em posição irregular. Aqui apontam o dedo ao árbitro-assistente Paulo Carrilho, a quem também não poupam outros juízos errados em lances do mesmo género. Distracção ou desconcentração são as justificações que avançam para tentar perceber o erro num lance - o jogador portista recua para tentar sair do fora-de-jogo - considerado dos mais fáceis para os árbitros-assistentes. No lance em que Quaresma cai na área são unânimes no julgamento, afirmando não ter existido qualquer falta sobre o portista.

1906

Luta & Resiste!

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Sempre a combater!


O SCP na modalidade de futebol sénior está neste momento em combate feroz e em várias frentes:

1.Crise de confiança
Quer no treinador quer nos jogadores, acabando por transbordar para os adeptos. O remédio para esta crise de confiança é apesar de a equipa não estar a jogar bem, começar a ganhar jogos.
A ganhar jogos mesmo que pontualmente com exibições menos conseguidas, a confiança começa a aumentar, e com o aumentar da confiança acaba por regressar o bom futebol.

2.Crise na arbitragem
Não é de hoje que o SCP é massacrado pelas arbitragens, não é de hoje que os seus dirigentes não conseguem impor respeito no sector. Em termos de limpeza e de ética no desporto, O SCP não recebe lições de ninguém, muito menos de quem tenta agitar as águas do Apito Dourado, mas tem pés de barro, pois foi apanhado igualmente nas escutas, tanto Vieira como o antigo presidente da Federação João Rodrigues a negociar favores para o SLBenfica.
O SCP não pretende criar nenhuma conjectura em que possa ser beneficiado, não pode é ser prejudicado e de forma constante e massacrante, ao passo que os nossos adversários directos aqui e além vão recolhendo benefícios que já lhes permitiu alguns pontos que a serem cumpridas as regras e o espírito da modalidade não teriam.
A própria estrutura da arbitragem também está a sofrer uma crise de confiança quer dos árbitros, quer dos adeptos em função do processo Apito Dourado.
Continuando a não existir vontade política de resolver a situação: SERÁ QUE É ADMISSÍVEL QUE O APITO DOURADO SEJA JULGADO POR ALGUÉM QUE EXERCE UM CARGO NA LIGA?

3.Deficiente estrutura organizativa
Que não permite gerir, não permite acompanhar, não permite tomar as melhores decisões.
Estamos reféns de nós próprios, enleados nas relações das empresas que constituem o grupo Sporting.
Não se chegando a conhecer a totalidade das participações do SCP em empresas que aparentemente nada tem a haver com o desporto ou com o grupo empresarial.
Até porque a argúcia e espírito de combate que lhes falta para defenderem o Clube a nível externo: principais rivais, imprensa, Liga e arbitragem; tem de sobra para sugarem o Clube até ao tutano (algumas muito originais) e ainda ter tempo para se entreterem nos seus próprios hobbies -como no caso barcos EXPO98

4.Péssimo planeamento da época desportiva
Contrariando todas as expectativas e após uma época em que com a "prata da casa" conseguimos disputar o campeonato até ao fim e vencer a taça de Portugal, foram adquiridos 10 jogadores estrangeiros, alguns com a mesma idade ou inferior dos nossos
miúdos (cai por terra o argumento da mais-valia de experiência), a maior parte deles medianos, não parecendo haver nenhum excepcional.A pergunta que apetece fazer: Porquê? Porquê adquirir o passe de 10 jogadores regulares ou maus, e não ir buscar 3 ou 4 que efectivamente façam a diferença?Será que é assim tão difícil? Ou dá para encher menos os bolsos?

5.Lutas internas pelo poder
Concretizada e mantida nos recados transmitidos pela imprensa especializada e não só.
Onde escribas são telecomandados em função dos vários grupos de interesses em Alvalade. Melhores exemplos Bernardo Ribeiro no jornal o jogo na defesa de Telles e Freitas, existindo da mesma forma no Record e na Bola "canetas" ao serviço de Salema Garção e Afra.

São muitos os inimigos e as situações adversas, para minorar a maior parte das situações, apenas nos resta uma alternativa: ganhar!

1906

Luta e Resiste

7.Arbitragem no fio da espada....


Taça da Liga - Carlsberg

SCPortugal vs Fátima


Demasiado inconsistente
Se, no primeiro tempo, Olegário Benquerença irritou os adeptos do Fátima, por alguma protecção concedida aos jogadores do Sporting, a quem poupou algumas sanções disciplinares, na segunda metade o juiz conseguiu exasperar os leões, com um critério totalmente diferente. Parece ter ajuizado bem os lances capitais mas não se percebe como deixou, aos 83', passar sem punição uma entrada violenta de Falardo sobre João Moutinho.


Vitória Setúbal vs SLBenfica

O que é penálti?
Paulo Costa viu um toque de Ricardo Chaves em Bergessio no lance da grande penalidade que deu a vantagem ao Benfica, mas nada (e mal) assinalou quando Luís Filipe e Matheus se envolveram na área encarnada. O juiz do Porto teve rigor nos cartões, mas perdeu-se nas faltas. Foi bem assistido.

1906

Luta & Resiste!

terça-feira, 30 de outubro de 2007

6. Arbitragem no fio da espada...


Sporting Clube de Portugal vs Nacional

Exceptuando o caso da partida na Choupana, o painel especialista de O JOGO está de acordo quanto ao golo invalidado a Cássio à passagem do minuto 8 , sendo igualmente partilhada a opinião de que ficou um livre directo por marcar em zona frontal à baliza leonina num lance em que o juiz setubalense transformou uma falta de Miguel Veloso sobre Fellype Gabriel em infracção deste. O único lance a oferecer divergência prendeu-se com uma entrada mais ríspida de Ávalos sobre Yannick Djaló. Ainda assim, a maioria entendeu que ficou por mostrar um cartão amarelo ao central argentino da turma madeirense.


FCPorto vs LeixõesSC

Os especialistas de O JOGO entendem que Lisandro empurrou a bola com o braço antes de marcar o primeiro golo do FC Porto. Como tal, consideram-no ilegal. Sublinham, no entanto, que se trata de um lance de complicada análise para o árbitro portuense Rui Costa. Sobre outro lance polémico, o de uma possível grande penalidade por falta de Elvis sobre Quaresma, apenas Soares Dias entende que a mesma foi cometida fora. Todos os outros entendem que não, que foi cometida dentro da grande-área leixonense. Em relação ao lance entre Bruno Alves e Roberto na área do FC Porto, Coroado e Rola dizem que há penálti.


SLBenfica vs Maritimo


A actuação do árbitro Pedro Proença ficou marcada por três erros graves. No capitulo técnico, o juiz lisboeta não sancionou uma falta de Ricardo Esteves sobre Léo na segunda metade e a consequente grande penalidade - seria o segundo cartão amarelo para o defensor dos insulares. Em termos disciplinares, o Benfica e Binya não têm razões de queixa, pois segundo o painel de ex-árbitros consultados por O JOGO, o médio camaronês deveria ter sido expulso com cartão vermelho directo... por duas ocasiões: por uma entrada violenta e por uma agressão. No lance capital, Pedro Proença revelou acerto na decisão.

1906

Luta & Resiste!

domingo, 28 de outubro de 2007

Realidade informativa



Segundo as últimas declarações do Presidente Franco, afinal é ás lesões a quem se devem imputar as culpas pelo acumular de sucessivos resultados negativos...
São afirmações curiosas, que podem ser desmontadas em 3 fases:

1.Falta de exigência
O Sporting Clube de Portugal é demasiado grande, para que ao 3º jogo sem jogar, porque o problema mais do que ganhar, foi a equipa nunca se ter empenhado em jogar, em disputar a vitória, em fazer jus ao nome Sporting Clube de Portugal.
Ao transmitir o seu apoio total á equipa e ao treinador é o mesmo que esconder a cabeça na areia, é transmitir a ideia que tanto faz a derrota como o empate, o que é importante é termos encostado a Roma á defesa e controlado o jogo, ou aqueles brilhantes??! 15 minutos na Choupana frente ao Nacional.
São essas as vitórias morais que o Clube prossegue? Foram este tipo de vitórias que permitiram o Sporting constituir-se como um baluarte do desporto nacional?
Falta claramente uma cultura de exigência que liberte o Sporting de um discurso medíocre e redondo e que definitivamente o lance para um espaço que é seu.

2.Lesões & contratações
Numa segunda fase do seu discurso Franco explica aos sócios que todas as criticas feitas ao futebol Sportinguista são injustas até porque a equipa SÓ não ganha devido ás lesões em jogadores influentes. Obviamente é um ponto de vista, mas uma equipa de futebol não se resume a 11 jogadores, se o plantel sportinguista é constituído por 25 jogadores por alguma razão é!
Mas Franco sibilino foi lesto (libertando a pressão á volta de Telles e Freitas) ao referir que mais injustas eram as criticas lançadas quer a Pontus Farnerude (Fernando Pontes) e a Carlos Paredes, o primeiro como a tradução bravia do seu nome sugere a réplica de um funcionário público, o segundo tal como sugere o apelido um ícone ao imobilismo e estaticidade. E porque é que Franco catalogou as críticas feitas pelos Sócios Leoninos de injustas? Porque já tivemos exemplos no Clube de jogadores vaiados, que depois se vieram a revelar grandes jogadores e deu como exemplos: Acosta e Romagnoli.
Acontece que Acosta foi vaiado enquanto a equipa não o assimilou e começou a jogar com ele e para ele, o mesmo acontecendo com Romagnoli.
Quanto a Purovic até posso dar o beneficio de dúvida, na mesma medida em que o concedo a Djaló ambos tem características que não são as ideais para o jogo que a equipa pratica, ao passo que de Farnerud e Paredes por muito que se esforcem está visto que dali não sai nada, nem correr, quanto mais jogar á bola!

3.Uma visão do futuro
Franco desmente aquisições em Janeiro pois para ele as contratações a meio da época não resolvem nada, nem no inicio acrescentamos nós!
Depois de uma época sofrida em com uma base de jogadores jovem e talentosa conseguimos terminar a 1 ponto do 1º e ganhar a taça de Portugal, depois de uma época em que projectou uma imagem forte da Academia Leonina e em que fez alarde da excelência da escola Sporting, foram contratados 10 jogadores estrangeiros(Purovic, Vuckcevic, Izmailov, Derley, Celsinho, Gladstone, Marian Had, Pedro Silva, Stoikovic e Ibraim Rabiu-Juniores) e manteve-se a aposta em Pontus e Carlos, conseguindo através de actos de "gestão de activos" colocar em causa as boas intenções verbalizadas pelo Presidente.
Aliás de futebol percebe pouco fruto muito provavelmente do pouco tempo diário despendido ao Sporting, se dedicasse mais uns minutos á presidência do Sporting Clube de Portugal teria todas as hipóteses de se aperceber do intenso trabalho de Telles e Freitas de forma a negociar os talentos para poder comprar á pazada mais Pontus e Paredes para a equipa de futebol.
Ele de facto apenas tem noção de que dos 25 milhões encaixados em transferências*, apenas foram investidos 7 em novos jogadores e isso é o suficiente para o deixar descansado!

*Segundo o prospecto do relatório e contas da SAD o SCP encaixou com transferências de jogadores 25 456 (Quadro 1, pag.7)no entanto foi pública que só a transferência de Nani foi de 25,5 milhões, juntando-se a esta as transferências de Ricardo, Custódio, Pinilla, Carlos Martins, Semedo, Wender, João Alves e Douala. Incoerência? Fraudulência? Incompetência? Ou é só maledicência?

Até quando é que os Sócios do Sporting Clube de Portugal vão permitir a implosão do Clube?


1906

Luta & Resiste!

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

5.Arbitragem no fio da espada...


CHAMPIONS LEAGUE

ASROMA vs SCPORTUGAL

Sorte saiu... à casa
O penálti inventado por Terje Hauge (47') foi o expoente máximo da já conhecida tendência caseira do juiz holandês, ligeiramente atenuada depois desse lance. Alguém acredita que, durante a primeira parte, o Sporting tenha cometido nove faltas e o Roma apenas uma, e apenas aos 42'?

TAÇA DA LIGA

Sporting Clube de Portugal vs Fátima


Dualidade de critérios
Soares Dias entendeu por bem dar razão às queixas recentes do técnico leonino, Paulo Bento, que vem reclamando dos critérios divergentes que, no seu entender, têm prejudicado o Sporting. É que, se aos 15 minutos o juiz da AF Porto se limitou a seguir a "moda" que exclui a intencionalidade do juízo dos lances em que há contacto da bola com a mão, apontando a marca de grande penalidade e punindo Purovic, aos 49', num lance idêntico ocorrido na área do Fátima, ignorou a acção de Marco Airosa, sem que se entenda a diferença. Não foi, de resto, bem auxiliado, até porque o segundo golo visitante nasce de um erro do seu assistente.

SLBenfica vs Vitória Setúbal

Sai mais uma polémica...
O lance que ditou o golo do Vitória de Setúbal suscita muitas dúvidas, uma vez que Matheus já está em posição irregular quando a bola ressalta após o duelo nas alturas entre Luisão e Robson. O juiz assistente considerou atraso do central encarnado, mas o certo é que a bola bateu no sadino.

1906

Luta & Resiste!

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Polvo á Loureiro...



Continuamos a ter uma liga de cujos orgãos sociais continuam a fazer parte vários arguidos do mega processo de corrupção Apito Dourado. Mas uma vez que se até continuam nos corpos sociais do dirigismo futebolístico, verificou-se não existir qualquer impedimento na existência de árbitros arguidos, observadores de árbitros arguidos e dirigentes de clubes arguidos, afinal de contas é tudo normal. E é nesta pseudo-normalidade, neste enterrar de cabeça, neste insistir em não querer ver, não querer ouvir, não querer saber de nada, porque isso só vai dar é chatices, em que o futebol nacional assenta. Estão criados os motivos para uma reacção das pessoas sérias que ainda possam estar á tona assim sendo o representante do SCPortugal na direcção da liga apenas tem a relatar que quer ver a liga valorizada. Rogério uma pessoa respeitável e séria mas anda mal acompanhado e se ainda não foi ostracizado é porque já foi assimilado.
Qual o papel desempenhado por Rogério de Brito? Qual o papel do SCPortugal na regeneração do futebol nacional?

1906

Luta & Resiste!

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

É este o nosso combate

Era uma vez um País engraçado onde ministros da Justiça manipulam processos de modo a agradar a classe política e os interesses económicos instalados, onde a educação das crianças confiada ao estado é posta em causa com o mediático CasaPiagate constatando-se que está tudo na mesma senão para pior, onde as leis são feitas por medida para alguns com influências para todos, onde as leis criadas mais não servem do que abrir oportunidades para o desporto nacional - tachismo em altura, onde um estado endividado perdoa 100 milhões de euros a uma contribuinte em troca de um autódromo e um hotel na Madeira, onde esse autódromo é vendido por 1/3 do capital público gasto, onde o filho dessa mesma contribuinte tem tempo, disposição e ávontade para se dedicar a várias actividades ilicitas e hobbies lucrativos, e até onde alguns filmes são assinados pelos produtores.
Este é um País espectacular com paisagens bonitas e clima ameno mas onde as pessoas não prestam.
As que estão no poder não prestam e as que lá conseguem chegar ou se adaptam de modo a continuar tudo na mesma ou são ostracizados. Enfim, este é um País onde com papas e bolos se enganam os tolos, onde o que interessa é pão e circo para distrair o povinho que enquanto a malta andar entretida com uma falta não marcada a meio campo, não pensa no ordenado que perde valor a cada dia que passa e que cada vez dá para comprar menos todas as coisinhas que nos andam a tentar vender. Porque este incomparável País tem esta característica única de difundir a ideia que os seus nativos apenas podem ser felizes se tiverem o mercedes *****, uma casa estilo mason com janelas tipo fenetre e muitos telemóveis com câmaras fotográficas, de video que possam tirar bicas ou descafeinados. É este País onde analizando o microcosmos futebolístico, que mais não é do que um retrato fiel da nossa sociedade, todas estas particulariedades criativas e que fazem de nós um povo único vem ao de cima.
Somos um País acima de tudo exótico, temos um banco que se encontra ligado a tudo o que é marotice em Portugal, desde a promoção do abate de sobreiros (o comum mortal se abater um sobreiro sem autorização tem pena de prisão) num negócio muito mal explicado, negócios imobiliários, operação furacão, escândalo mensalão, branqueamento de capitais em Espanha, defesa nacional e até emigrantes.
Mas tudo passa em claro quando se fazem brilhantes campanhas publicitárias e se começam a patrocinar as equipas de topo do futebol nacional.
Foi o Espírito Santo para presidente do Conselho Fiscal do SCPortugal, sabendo de antemão que não podia aceitar devido á lei das sociedades comerciais-abdicou depois de eleito.
No entanto deixou-nos um testa de ferro Soares Franco, administrador da OPCA, que recentemente alienou a favor do mesmo Ricardo Salgado.
E se a nível interno o Sporting com Franco deu vários tiros nos 2 pés, a nível externo para o Sporting e para o futebol português em geral as coisas não andam melhores, temos uma Liga denominada Liga Portuguesa de Futebol Profissional da qual fazem parte vários arguidos do processo Apito Dourado, a maior parte deles apanhados em escutas perversas, e que revelam o modo e o método de como se trabalha em Portugal.
Nas escutas feitas e porque o futebol não é um compartimento social estanque, apareceu muita gente mencionada, muitos que nada tem a haver com o futebol e com responsabilidades nas áreas da justiça. É caso para aplicar a frase "quem guarda os guardas?"
O nosso combate não é apenas comentar e divulgar todos estes casos, o nosso combate só é ganho quando corrermos com todos os que durante todos estes anos tudo fizeram para enterrar o Sporting!

1906

Luta & Resiste!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

4. Arbitragem no fio da espada...


Devido a razões técnicas não podemos contar com a as avaliações ás arbitragens na jornada 4 e 5 do campeonato nacional.

4. Campeonato

Estrela da Amadora vs SC Portugal
Sem comentários

SLBenfica vs Naval
Sem comentários

FC Porto vs Maritimo
Sem comentários


5. Campeonato

SCPortugal vs Vitoria Setúbal

Sp Braga vs SLBenfica

Paços Ferreira vs FCPorto


Taça da Liga


A equipa de arbitragem passou pelo D. Afonso Henriques sem problemas de maior, quer técnica quer disciplinarmente. Pareceu-nos ter decidido bem ao não assinalar o penálti pedido pelos locais aos 90'+1'. Ficou por mostrar um amarelo a Vukcevic por mão na bola. Se marcou a falta

Sem casos



Muito mau. Duarte Gomes errou redondamente, ao minuto 91, ao assinalar um penálti contra o Estrela da Amadora. É verdade que recebeu a indicação do assistente José Lima, mas Duarte Gomes estava bem posicionado e deveria ter fechado os olhos ao sinal do colega. Teve influência decisiva na eliminatória.



Quando o jogo subiu de intensidade, Carlos Xistra somou erros. O que não abona nada em seu favor. O mais grave dos erros teve lugar ao minuto 78, quando perdoou a expulsão de Joel, por falta dura sobre Cech e acabou a mostrar amarelo a agredido e agressor.


6. Campeonato


Jornada marcada pela explosão de Paulo Bento, relativamente ás arbitragens que tem flagelado o Clube durante as últimas jornadas.



Para além do caso da partida, onde o Tribunal de O JOGO "chumbou" a decisão de Pedro Henriques, que não assinalou grande penalidade de Moutinho sobre Adu, ficou outro lapso à vista. Três dos quatro especialistas em arbitragem asseguram que, aos 71', Katsouranis tocou a bola com a mão na área e que o chefe de equipa devia ter dado razão ao seu assistente. Apenas António Rola aceita que a bola ao solo tenha sido a decisão correcta, em vez da marcação de um penálti. No restantes lances que tiveram alguma polémica, aos 10' e aos 20', Pedro Henriques terá estado bem, ao deixar jogar.



Globalmente, a arbitragem de Artur Soares Dias agradou aos especialistas do Tribunal d'O JOGO. No lance entre Stepanov e Bangoura disputado na área portista (73'), que haveria de render cartão amarelo ao boavisteiro, apenas Jorge Coroado considerou que o árbitro se enganou no julgamento ao não assinalar grande penalidade contra o FC Porto. No capítulo disciplinar o árbitro da AF Porto teve nota elevada dos quatro comentadores de arbitragem, num jogo que normalmente, ou não fosse um dérbi, rende muitas sanções disciplinares. Poucos ou nenhuns casos facilitaram-lhe a vida.

7. Campeonato

Nesta jornada optou-se por impolar um lance em que Vuckcevic faz uma falta evidente a meio campo, após ter sofrido igualmente uma carga faltosa, como deste lance acabou por resultar o 1º do Sporting. Seria igualmente um escândalo se o remate de Izmailov desse em canto e desse canto resultasse o 1º do Sporting. O que interessa é fazer barulho e esquecer os penaltys cometidos pelo Luisão e os penaltys assinalados através de indicação dos fiscais de linha (a boa tradição começou na Amadora, teve uma pequena interrupção na luz por acaso só por acaso com o Sporting, de modo a ganhar balanço para aparecer em força em Coimbra- por acaso até acho que foi mesmo penalty).


SC Portugal vs Vitória Guimarãens

Polémica instalada no golo que abriu a porta

O Guimarães estava a bater-se estoicamente com o Sporting, até que, numa jogada polémica, o marcador foi finalmente inaugurado por Izmailov. Simon Vukcevic pode ter cometido uma ou mais infracções, primeiro sobre Luciano Amaral, depois sobre Flávio Meireles. A opinião não é unânime, mas a maioria considera que, de facto, o árbitro talvez tivesse agido melhor se interrompesse a jogada. No mais, não foram graves os erros cometidos por Jorge Sousa; aliás, por unanimidade, apenas se lhe aponta um fora-de-jogo. Indicado por um assistente, claro.


União Leiria vs SLBenfica

Grande penalidade contra o benfica por assinalar

O trabalho do árbitro João Ferreira não foi imaculado. Se, em grande parte das decisões, mereceu o sinal positivo do tribunal de O JOGO, no lance capital do desafio esteve mal. Não sancionou um empurrão de Luisão sobre João Paulo, dentro da área do Benfica, e o Leiria ficou com razões para se queixar. Quem se queixou igualmente foi Nuno Gomes, por alegada falta de Cadu dentro da grande-área do Leiria, mas aí o João Ferreira decidiu bem segundo o painel de ex-árbitros . No capítulo do fora-de-jogo, ficaram algumas dúvidas em três lances no ataque do Benfica, mas a maioria em torno do acerto das decisões prevaleceu.


Académica Coimbra vs FCPorto

A angustia do árbitro no momento do penalty

O Académica-FC Porto decidiu-se de penálti. Poderia ter sido mais um a na colecção de lances polémicos dos últimos tempos, mas não - porque existiu e o árbitro assinalou a falta de imediato. O que o tornou peculiar foi a hesitação de Elmano Santos, depois de parar o jogo. Apesar de equipado com um auricular que o mantém em contacto com os assistentes, preferiu ir conferenciar cara a cara com Luís Marcelino. Só depois de repartir a responsabilidade ordenou a marcação do castigo máximo, que Lucho transformou na vitória portista. No actual ambiente do campeonato, a hesitação percebe-se. Mas, não havia necessidade.

1906

Luta e Resiste!

sábado, 8 de setembro de 2007

É deixá-los pousar...

Decorridas que estão as 3 primeiras jornadas Liga e começamos a ter uma antevisão de como vai ser disputado este campeonato dentro e fora das quatro linhas.
Assim um erro de arbitragem que deu origem ao golo que viria a derrotar o SCP frente ao fcporto, teve cobertura por parte da comissão de arbitragem encabeçada por Vitor Pereira num comunicado tortuoso, já contrariado por grandes nomes da arbitragem como Diaz Vega ou Pierluigi Collina.
Nesse comunicado é citada a regra oficial, depois é citado um "documento de conclusões" editado em Agosto de 1992, depois de uns cursos de árbitros, que aparentemente tem mais força e validade do que a própria regra oficial. Este espectacular esclarecimento técnico faz o remate com a seguinte sentença:

"Em conclusão, entende a Comissão de Arbitragem da Liga que, ao contrário do que foi veiculado em diversos meios de informação, se um defensor efectua um pontapé que leve a bola no sentido da linha de baliza, seja esse pontapé um corte ou um passe, PODE ser punido com pontapé-livre indirecto, no caso do guarda-redes tocar a bola com as mãos."
Portanto, graças uma interpretação que tem por base um "documento de conclusões" (Qual a validade legal? Sobrepôe-se ás regras oficiais da FIFA?), feito no verão de 92 a Comissão de Arbitragem emana uma sentença clara e objectiva em que um PODE, volta a deixar ao humor do árbitro na altura a análise da questão.

Este PODE torna-se tão ou mais importante na medida em que na jornada seguinte foi a vez do SCPortugal reclamar lance idêntico no jogo com o CFBelenenses, sendo que com este esclarecimento técnico permite-se reter o seguinte corolário: Em condições PTN (Pressão e Temperatura Normais) o mesmo lance PODE ser apitado de formas diferentes, conforme as equipas em jogo!

Já nada nos espanta este Sr. Vitor Pereira que sempre se disse Sporting, não hesitando em prejudicar o SCP de forma visível apenas para manter a aura de isento e justo, em contraponto grande parte da sua carreira teve lugar durante os 80 e 90, onde a impunidade era total e para se subir a presidente da C.A. da Liga e tendo em atenção que as evoluções numa carreira na arbitragem eram e são tudo, menos meritocràticas, PODEMOS estar na presença de um protegido pelo sistema.

Por falar em sistema e para dar algum contexto real e de como as coisas se passavam á época de Vitor Pereira contamos uma pequena história:
Estávamos em 1992 (????) e na base aérea de Montereal trabalhava um civil de nome Mário Leal a que juntava as funções de árbitro aos Fins-de-Semana, todos os Sportiguistas concerteza estão lembrados dos autênticos concertos de apito perpetrados por este sr.

Ora este sr. Mario Leal quando na sequência desses episódios era apertado no seu local de trabalho, tinha os seguintes ditos e passo a citar:
-"Quero lá saber disso, o que eu preciso é trazer é ter dinheiro para as compras dos putos no Natal!"
-"O importante é termos saúde e cuidar da família!"
-"O que recebo aos fins-de-semana é mais do que recebo aqui na base!"

E o certo é que evoluiu na carreira á sua maneira com vivenda e honda á porta, guito prás prendas dos gaiatos e viagens para toda a família.
Mais recentemente voltou-se a juntar a tertúlia da Base Aérea de Monterreal numa vivenda no Montijo propriedade de um tal de Elmano Santos (actualmente árbitro da Liga profissional), onde este e muitos outros episódios foram recordados, que concerteza serão alvo de futuras crónicas.

A pergunta que fica - Quem é hoje Mário Leal no futebol português?
Ah! pois é, mas a evolução na carreira também depende do grau de refinamento apresentado...

1906

Luta & Resiste!

segunda-feira, 3 de setembro de 2007


Após um longo braço de ferro entre Franco e Meireles, onde não faltou nada ao nível da melhor e mais moderna guerra psicológica que se pratica actualmente nas empresas e não só, senão vejamos:


Vantagem Franco:
- Desculpa da restruturação empresarial para correr com o mal visto (por muitos sectores) Meireles.

Vantagem Meireles:
- Em caso de despedimento uma indemnização entre 500 a 650 mil Euros, o que automaticamente o blindava face a qualquer tentativa de despedimento.

Vantagem Franco:
- Dar a Meireles uma sala vazia (1 mesa, 1 cadeira, 1 folha e um lápis afiado), e obrigá-lo a cumprir o horário.

Vantagem Meireles:
- Estar por dentro de tudo o que foi tramoia desde o imobiliário, passando por jogadores, com o caso JVP á cabeça.

Vantagem Franco:
- Situacionismo, a equipa acaba a temporada a ganhar e começa a ganhar existindo uma colagem á imagem do Presidente, que vê legitimada todas as suas opções (sejam elas boas ou más).

Matchpoint Meireles:
-Jantar com o líder da oposição, deixando implícito que se o apertassem muito ainda transbordava alguma notícia indesejada para a oposição ou para a imprensa.

Desfecho final:

Meireles
-Acaba com a sua prisão dourada
-Sai de Alvalade sob a promessa que jamais poderá falar mal do Clube uma vez que é Sportinguista????!
-Sai de Alvalade sob tantos elogios de Franco, que os Sportinguistas podem vir a questionar que até é pena que um homem com tantas qualidades se tenha de ir embora.
-Sai-lhe o equivalente a 1 jackpot no totoloto, e com a imagem liberta de qualquer estigma por parte do próprio Franco.

Franco
-Manda lastro fora, coloca alguém da sua confiança e que esteve por dentro de todas as sociedades imobiliárias criadas e desfeitas pelo SCP.
-Mantém o silêncio sobre pormenores escabrosos nos mais variados assuntos dos últimos 12 anos do Clube.
-Desmente os valores de indemnização a Meireles, ganhando a confiança dos sócios como um imbatível negociador e gestor de mérito inquestionável.

Rei morto.... rei posto!

ps: dia 29 AG da SAD, coloquem-nos via mail as perguntas que gostariam de ver respondidas pelos dirigentes do futebol. Fica a promessa que apresentaremos todas as perguntas que pretenderem colocar sem exepção, sendo as respostas posteriormente reenviadas igualmente via mail.

1906

Luta e Resiste!

Realidade Informativa


Num artigo de opinião no correio da manhã, um jornalista - António Ribeiro Ferreira, sintetizou em breves palavras o lodo em que chapinham os porcos que mandam, desmandam e são figura á mais de 30 anos neste bocado de terra, que um dia se convencionou chamar de Portugal.
A prova de que ainda há herois, que os jornalistas não são todos telecomandados, nem se vendem por um copo de vinho num sítio fino, tem por base o novo código penal:

"Sociais-democratas e socialistas fizeram há tempos um Pacto de Justiça que foi amplamente saudado por advogados, juristas, muitos comentadores, alguns observadores e a generalidade dos interessados em que a dita Justiça esteja devidamente controlada e muito bem maquilhada para continuar a enganar o povo e os que ainda pensam que este sítio muito perigoso e cada vez mais mal frequentado tem algum futuro.
O Bloco Central assinou o dito Pacto com pompa e circunstância e começou desde logo a trabalhar furiosamente na revisão de leis e códigos, com muitos debates pelo caminho, muita poeira para os olhos e as habituais promessas de pôr a Justiça não só de acordo com a realidade como ao serviço dos pobres e deprimidos indígenas que sofrem tratos de polé sempre que a má sorte os leva a cair em qualquer tribunal. O primeiro resultado aí está.

É o novo Código de Processo Penal, aprovado no Parlamento com os votos do Bloco Central, isto é, socialistas e sociais-democratas, a abstenção do CDS e os votos contra dos restantes partidos. Como seria de esperar, este novo Código foi feito à medida não só dos interesses da classe política, com o Centrão à cabeça, como revela o imenso medo que os senhores que desgovernam este sítio há mais de trinta anos têm de tudo o que possa cheirar, por pouco que seja, a investigação criminal ou investigação jornalística.

E é assim que, em pouco mais de cem páginas, o Bloco Central livra da prisão preventiva os corruptos e atira para a cadeia os jornalistas que publiquem escutas telefónicas, mesmo que já não estejam ao abrigo do famigerado segredo de justiça. É evidente que PS e PSD têm medo. Percebe-se porquê. Nos últimos anos as escutas telefónicas foram um autêntico pesadelo para a classe política. O caso Moderna revelou conversas escabrosas, o caso Casa Pia mostrou a face de muitos senhores que andam por aí a fingir ser gente séria, o ‘Apito Dourado’ mostrou que o futebol indígena é um verdadeiro caso de polícia.

E, à margem do caso dos sobreiros, soube-se como os políticos se entendem para afastar gente incómoda de certos cargos, como o de procurador-geral da República, e se associam para escolher rapazes ou raparigas da família.É evidente também que a classe política vive cada vez mais intranquila com o escrutínio da corrupção que grassa impune por este sítio. E como mais vale prevenir do que remediar, o melhor é evitar que os corruptos possam ir parar à cadeia. Mendes e Sócrates, ou Sócrates e Mendes são a mesma face de uma má moeda com muito medo da verdade e da Justiça."

António Ribeiro Ferreira, Jornalista
1906
Luta & Resiste!

3.Arbitragem no fio da espada...


Mais uma vez tentou-se criar pretenso caso de arbitragem, á volta do penalty assinalado a favor do SCPortugal, de modo a que com tal alarido colocar em causa o profissionalismo de Liedson tentando uma clara manobra de desacreditação do atacante em lances semelhantes.
Segundo as indicações da APAF :

Um jogador impede a progressão de um adversário através de contacto
físico. Que decisão deve o árbitro tomar?
O jogador infractor deve ser punido com um pontapé-livre directo ou um
pontapé de grande penalidade por agarrar um adversário
Livro das Leis de Jogo 2006 - Perguntas e Respostas pag.30; ponto 25

Continuando a análise e como o destino muitas vezes para além de ser curioso é muitas vezes tortuoso no jogo com o Belém aconteceu uma situação em tudo idêntica á ocorrida no jogo com o fcporto, o fcporto por sua vez beneficiou de um golo irregular, mas teve um golo mal anulado. O slbenfica teve apenas como benefício o "critério disciplinar" largo fruto talvez, de quando Paixão se apresentava na FCT onde frequentava o curso de engenharia de produção muitas vezes com a camisola do slbenfica vestida.


Inquestionável penálti e expulsão de Costinha
Os quatro juízes do Tribunal de O JOGO são unânimes em afirmar que Carlos Xistra decidiu bem ao assinalar penálti de Costinha sobre Liedson (5’1) e punir o guarda-redes do Belenenses com o cartão vermelho directo. De resto, os lances mais duvidosos não mereceram quaisquer reparos dos ex-árbitros: Gabriel Gómez atingiu João Moutinho, mas sem fazer falta – apesar de o capitão do Sporting se ter queixado –; Derlei estava mesmo em fora-de-jogo quando tocou a bola para a baliza; e, desta vez, não há dúvidas de que Silas não atrasou a bola para Costinha. No entanto, a lei da vantagem foi ignorada por Carlos Xistra, que não a aplicou como devia.


Dois erros muito graves
Não correu bem o trabalho da equipa de arbitragem chefiada por João Vilas Boas. Pelo menos é esta a opinião de três dos nossos quatro entendidos na matéria. Logo aos 3', o golo anulado ao FC Porto é mal anulado, entendem os três juízes de O JOGO, atendendo a que Bruno Alves, autor da assistência para Bosingwa, não está em posição irregular. E o mesmo Bruno Alves cruza, para lá da linha de fundo, no lance que resultaria no segundo golo do FC Porto, apontado por Lisandro. De resto, Jorge Coroado entende que Quaresma deveria ter sido expulso quando viu amarelo por entrada sobre Toñito, mas Soares Dias e Rosa Santos têm opiniões diferentes.


Critério largo no capítulo disciplinar
O tribunal de O JOGO fez uma avaliação positiva do trabalho da equipa de arbitragem chefiada por Bruno Paixão, com destaque para a grande penalidade cometida por Benaglio sobre Pereira. Os quatro antigos árbitros frisam que a falta é indiscutível, considerando ainda o cartão amarelo mostrado ao guarda-redes do Nacional como a punição indicada. Em relação a questões disciplinares, Jorge Coroado considera que Miguel Vítor devia ter sido expulso por uma entrada violenta, deixando ainda um aviso, tal como Rosa Santos, para o gesto antidesportivo de Katsouranis para Bruno Paixão.

1906
Luta & Resiste!